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A era UrbanTech: As startups de sistemas urbanos

3 de julho de 2019

Tecnologia Urbana

Algumas das principais startups que emergiram na última década são empresas voltadas a cidades, urbanismo e conexão de pessoas, as chamadas “Urban Techs”. Transporte urbano, mobilidade, comida em casa, hospedagem, trabalho e trânsito são os principais eixos trabalhados em empresas como Uber, Ifood, Waze, AirBnb, WeWork, Yellow e Lime.

Só nos últimos três anos, as UTs arrecadaram 75 bilhões de dólares, representando cerca de 17% de todo o dinheiro circulando em venture capital no mundo. As UrbanTechs são o maior setor de investimento em startups atraindo mais fundos do que empresas de medicamentos e biotecnologia.

urbanismo urbantech rappi

Investimentos

Segundo Richard Florida, diretor de cidades da Universidade de Toronto, os EUA são o país dominante no jogo das startups urbanas, com mais de 45% de todo o venture capitalinvestido nesse setor. A China vem depois com quase 30% e em seguida Cingapura, India, Reino Unido, Alemanha, Coréia do Sul, Emirados Árabes, França, Holanda e Canadá.

O Brasil nem aparece na lista. Os Ubers, Rappis e WeWork que vemos por aqui são formiguinhas comparados aos investimentos dos países acima. E em termos de nova UTs desenvolvidas localmente e para a nossa realidade, nem se fala. Absorvemos o que vem de fora, mas quais são nossos hábitos urbanos? Nem entramos no mérito desse jogo ainda.

urbanismo urbantech uber

Cidades para Pessoas

Outro fator a se levar em consideração nessa revolução urbana é que apesar de as cidades terem se tornado uma plataforma essencial para inovação global e crescimento econômico, elas continuam extremamente ineficientes.

Será que as UTs estão ajudando mesmo? São empresas privadas operando para a cidade ou por si? Até que ponto essas plataformas realmente ajudam a resolução da qualidade de vida? Como prefeituras, arquitetos e urbanistas podem ser incluídos nesse processo?

Alguns questionamentos que valem a pena serem feitos se o capital da UTs continuar crescendo exponencialmente e, principalmente, se o Brasil começar a investir também no mercado das startups urbanas.